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2006 Aug 07

Mandando a vaca para o brejo

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Continuando a experiência de ter meu primeiro ano planejado - sim, eu anotei o que ia fazer este ano, você não? - e, tendo em vista o sucesso absoluto obtido neste projeto até o momento, resolvi dar mais credibilidade ao que o José Luiz (que não é o mesmo “eu” de hoje) escreveu em novembro de 2005.


Só recaptulando - para não parecer coisa sem sentido. Lembro que em novembro do ano passado eu andava lendo sobre gestão financeira, empreendedorismo, idéias… essas “besteiras”. Lembro também de ter lido este “texto de bolso” e meses depois este outro. Ambos ressaltam a idéia de praticar o desapego - que não recomendo leitura para pessoas acomodadas e descrédulas de sua capacidade.

Nesta época, eu tinha dois empregos em empresas fantásticas - das quais me orgulho de ter trabalhado e que acima de tudo me pagavam MUITO BEM, muito embora não tivesse liberdade de usar 10% da minha capacidade criativa (coisa que só descobri depois - até então eu achava que era o meu máximo) - era o que hoje eu chamaria de “criatividade engessada”, limitada por interesses comerciais ou pelas palavras e teorias de autores que nunca criaram nada interessante mas que escrevem bem pra caramba, logo, são “respeitados”.

A meta maluca para o inicio do ano era se livrar deles e assim foi feito. De lá pra cá inúmeras portas se abriram e existiram muitos outros planos, todos muito bem sucedidos. Isso me deu muita confiança para não mexer no time que está ganhando (embora fosse contra a lei da vaquinha).

Agora que estamos situados na história, voltemos à programação. Na anotação para o mês de agosto estava escrito “Agosto, o mês de mandar mais uma vaca para o brejo“. Ué? O que eu quis dizer com isso? Outra vaquinha? Pensava que essa brincadeira tinha acabado. Confesso que esta era a meta mais “sem pé nem cabeça” de todas programadas, mas… se eu não der credibilidade ao que planejei com muita calma e cabeça fria, quem vai dar? (eu e minha mania de coerência - pqp!)
Não sei exatamente o que previa com isso. Resolvi então procurar alguma vaca que estivesse me acomodando. Parecia que eu estava prevendo quando escrevi um post alguns dias atrás quando meu carro deu problema.

Enfim, depois de pensar bastante e me lamentar muito descobri qual era a minha “vaquinha” dos dias atuais. Tentei burlar este tópico fungindo da programação mas não consegui. Sem perder muito tempo veio a ação. Meu pai, ex-militar (talvez isso explique muita coisa - mas é assunto para outro post), que me ajudou nesta etapa dolorosa para um dependente de automóvel- mesmo achando que era loucura. O resultado eu recebi hoje pela manhã:

A partir de hoje sou o mais novo pedestre Brasileiro.

O que aconteceu? Não importa.
Até quando vou aguentar? Não sei.
O que vai acontecer? Na pior das hipóteses eu compro o carro de volta :D
(Só espero que o José Luiz de novembro de 2005 tenha razão do que planejava)

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9 Comentários

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  1. # DJLEO

    Vc tá cada dia mais maluco.

  2. # DJLEO

    Vou iniciar as apostas. 15 dias. o Zeck não passa disso sem ter algo com motor novamente. (tá valendo até uma motinha).

  3. # Mallien

    15 dias??? É muito para Zeck acho que uma semana!
    :-P

  4. # Mallien

    15 dias? Zeck não aguenta isso tudo sem carro. Como ele vai visitar a Dany dele e sair na night? ta dificl aposto 7! :-P

  5. # atalija

    ha ha ha
    nem pode mais passar d carro malhando d mim no meio da rua
    agora quem malha sou eu :D

  6. # Jonatas Oliveira

    Eu diria apenas que as atitudes (assim como os textos citados) são extramamente interessantes.

  7. # Tato

    O que é carro?

  8. # Sandro Fortunato

    Parabéns! Vai deixar de ser besta, se exercitar, tentar engrossar essas pernas e perceber como é a vida real… sem ar condicionado. Só é pena que o carro, em vez de vendido, não tenha sido encostado. Seria menos um para poluir o planeta.

    Só uma curiosidade: você não nasceu dentro de um carro, nasceu? Ah, tá… ;)

  9. # Ulla

    É por isso que meu guarda-chuvas está sempre a tiracolo…
    Mas naqueles dias em que as ruas ficam inundadas, eu gostaria de ter um barco pra chegar ao trabalho…

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Minha fotoJosé Luiz Coe é meu nome, Zeck é meu apelido. Sou engenheiro de computação de formação, webmaster de profissão e fotógrafo por diversão.

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