Uma, dentre as diversas áreas da web que costumo me aventurar e brincar, é webdesign. Partindo deste princípio, entenda que eu não sei nada de programação e falo como um mero ignorante no assunto tentando “entender o sentido da vida” :)
O que vejo os que se dizem “programadores” fazendo por aí é fácil demais. É só clicar, arrastar, puxar… eu até brinco dizendo que são programadores da Xuxa, porque é só brincar de “pega, estica e puxaaa… e viva a festa da Xuxa”. Agora quer ver um cara desse com raiva de você? Pergunta a ele o que tem ali naquele lixo de código que é gerado. Ou ele vai ficar com raivinha de você, ou, vai lhe responder algo do tipo: “Produtividade tem seu preço… hoje todo mundo tem banda larga, o ‘peso’ do site não é mais problema” (ou algo do tipo).
Acessibilidade? Quem quer saber disso? Vamos produzir! Vamos pogramar! Esqueçam tudo que os usuários falaram neste post.
O que eu aprendi, na prática, com os programadores de verdade que eu conheci e tive o prazer de conviver foi sempre saber o que está fazendo e ter domínio do código fonte. Isto posto, fica MUITO dificil eu conseguir respeitar e chamar de programador alguém que só conhece uma ou duas linguagens de programação “da moda” e acha que com uma certificação de uso de uma IDE vai provar que sabe algo. Assim como chamar de DBA alguém que só conhece MSSQL ou Oracle porque “dá dinheiro” e sequer saber usar um banco Mysql ou Postgres (muitas vezes nem sabem que existe).
Penso que saber operar uma IDE lhe faz um programador, assim como saber usar o Word lhe torna um escritor. Tire o Word de um escritor e ele vai fazer o mesmo texto no papel… agora será que esse “programador” produz algo sem a sua IDE?
Enfim… são besteiras que passam pela mente de um webdesigner criado em provedor de Internet, que usa o “bloco de notas” para fazer seus CSSs, HTML e Javascripts e, quando estas coisas se tornam “improdutivas”, ele escolhe a ferramenta que melhor ajude em sua produtividade ou, simplesmente, desenvolve uma… opa, esqueci que o contexto aqui é diferente - eu sou um webdesigner falando besteira.
É melhor eu voltar para minhas bolinhas coloridas, porpurinas e florzinhas de webdesign porque nesse papo de programação eu estou totalmente por fora e cada vez entendo menos.
Primeira semana do ano já passou e parece que foi um mês - e olha que sou um cara pacato, confesso que não sou do tipo que aproveita a vida como deveria, mas conviver com gente que faz tudo como se o mundo fosse acabar daqui a 2 segundos ajuda a ter uma visão diferente da realidade que inconscientemente crio para chegar ao comodismo (a tal “zona de conforto”).
Estou com visita em casa. Não bastasse uma pessoa elétrica, desta vez a visita veio com uma extensão de umas 20 pessoas juntas, todas “loucas” vivendo a 220Km/h e eu tentando acompanhar com meu modesto ritmo de 10km/h comum de quem vive em cidade pequena. Resultado: Consegui aumentar meu ritmo para 15km/hora, ou seja, ganho de 50% na velocidade. uhu! :)
Nunca dirigi tanto em pouco tempo. Nessa brincadeira, na primeira semana de janeiro andei mais de 1.400 km. Quem deve estar gostando disso é a Petrobras, que nunca faturou tanto comigo.
Não bastasse ter que me desdobrar em mil na vida real, no primeiro dia de trabalho do ano, recebi a notícia que o resultado do vestibular da UFRN sairia no dia 5 de janeiro (sexta) e não mais no dia 17, como divulgado. Havia me programado para fazer um hotsite especial para exibir o resultado, mas isto seria na segunda semana. Resultado: 3 dias (terça, quarta, quinta) para fazer tudo e colocar no ar trabalhando meio expediênte. Na quinta-feira mesmo o site foi ao ar e, como era de se esperar, mais de 4 mil visitantes únicos no hotsite em apenas um dia (sexta). Rendeu até uma matéria no jornal impresso (não muito bem escrita mas) que, pela primeira vez, aparece meu nome. \o/
O que me deu gosto de ter trabalhado em um jornal (sim, estou com os dias contados) é que todo trabalho sempre foi visto. Nada ficou escondido (como este blog que só você lê e nem comenta - risos).
Dar a cara a tapa tem suas vantagens e desvantagens.
A principal vantagem em expor seu trabalho (mesmo inacabado) é que o mesmo está sempre sendo criticado e essa é a grande oportunidade para você ouvir, aprender e melhorar seus (pré-)conceitos - se tiver a mente aberta a novos conceitos, claro. Além de acrescentar uma nova maneira de pensar (a sua).
A desvantagem é que você pode ser confundido com o seu trabalho (assim como acontece nas novelas quando um ator faz papel de malvado e é apedrejado na rua). Quando você mostra algo, mesmo que inacabado, para o público em geral, as pessoas acham que você deveria saber tudo, quando na verdade, você é tão aprendiz quanto elas, a diferença é que um publica o que pensa e o outro não.
Agora tente imaginar isso tudo (acima) misturado a um novo emprego (assunto para outro post), namorada e sobrinha de férias dedicada (assim como link da Embratel, Telemar ou Brasil Telecom) e não poder errar em nada que faz. Tudo acontecendo ao mesmo tempo. Até palhaço eu fui (foto) :)
Adicione a esta correria a idéia de que vou correr a São Silvestre no final do ano, logo, preciso te tempo para treinar (aproveite para rir agora).
Ainda dizem que sou preguiçoso e que não sei organizar meu tempo… deixa eu chegar a 220km/h pra você ver! :)
2007… Feliz para você também :)
Voltando ao tempo tempo da escola…
Imagine aquele seu amigo ou amiga que só falava besteira, mas era super estrovertido(a) e conversava sobre qualquer coisa (mesmo sem saber o que estava falando) só para se “enturmar”. Aposto como você lembrou de alguém - depois me conta quem foi, ok? :)
Continua »
Hoje (14/07) lembrei o porquê de não usar a Globo como “canal despertador” da minha TV - o oficial sempre foi a BAND News, mas não sei porque cargas d’água estava na Globo, acho que dormi durante o programa do Jô e não desliguei a TV.
O fato é que logo cedo acordei ouvindo notícias sobe futebol (Flamengo perdeu mais uma vez - puta que pariu!) e, como ex-torcedor fanático - mas ainda esperançoso (pode chamar de burro) - tive que concentrar meus pensamentos em algo que não fosse… deixa pra lá. Foi quando veio outra notícia, agora sobre os Jogos Panamericanos - RIO 2007, que deixou esta pergunta (profunda) no ar: “E ai? Kuará, Cauê ou Luca? Qual deve ser o nome do mascote dos Jogos Panamericanos, o RIO 2007?”. Desliguei a TV.
Mesmo assim, se a pergunta lhe interessou, você pode responder aqui.